Cistite – Infecção Urinária – Infecção de bexiga
Introdução
Quadro Clínico
Diagnóstico.
Prevenção.
Tratamento.
Qual médico procurar?
Prognóstico
Introdução
Uma infecção de bexiga, também chamada cistite, é causada por um crescimento anormal de bactérias dentro da bexiga. A cistite é a infecção bacteriana mais comum que afeta os humanos. Até um terço de todas as mulheres têm uma infecção urinária pelo menos em algum ponto de suas vidas. Cerca de 85% das infecções urinárias são causadas pela bactéria Escherichia coli (comum nas fezes).
As infecções urinárias são classificadas como simples ou complicadas. Infecções urinárias simples afetam mulheres saudáveis com sistemas urinários normais.
As infecções urinárias são raras em homens saudáveis, dessa forma, eles são incluídos na categoria complicada, tendo como representantes pessoas de ambos os sexos que têm sistemas urinários com problemas.
Infecção urinária simples — As infecções urinárias simples se desenvolvem quando bactérias migram para a bexiga. Por causa da anatomia (estrutura) do sistema urinário feminino, as mulheres têm mais probabilidade que os homens de adquirirem estas infecções. Nas mulheres, a abertura para a uretra (onde a urina sai) está muito perto do ânus. Dessa forma, as bactérias podem migrar do ânus, onde a quantidade de bactérias é alta, para a área ao redor da vagina e da uretra. De lá, é uma viagem curta (4 centímetros), da uretra para a bexiga. As relações sexuais podem impelir estas bactérias para a bexiga, aumentado assim o risco de infecções urinárias em mulheres sexualmente ativas. O uso do papel higiênico esfregado de trás para frente após uma evacuação pode transferir bactérias da região anal para a uretra. Por isto, as mulheres sempre devem tentar esfregar o papel higiênico de frente para trás.
Infecção urinária complicada — As infecções urinárias são classificadas como complicadas quando elas afetam pacientes com um sistema urinário anormal, tornando estas infecções mais difíceis de tratar. Todas as infecções urinárias são consideradas complicadas quando elas afetam os homens, como a uretra (canal da urina) masculina é longa (pela presença do pênis), ela deveria impedir as bactérias de entrarem na bexiga. Porém, se o fluxo normal de urina está entupido ou a urina é retida na bexiga, as bactérias se multiplicarão lá, aumentando o risco de infecção. Uma lesão nervosa pode ser uma razão para a urina ficar retida na bexiga – como após um trauma de coluna, por exemplo, ou por causa de uma doença, como o diabetes. A razão mais comum para a obstrução do fluxo de urina em homens é uma próstata aumentada (hiperplasia prostática benigna), comum em homens acima dos 50 anos de idade. Pacientes portadores de sondas urinárias (tubo inserido na uretra para escoar urina) também tem altas taxas de infecções urinárias porque as bactérias migram ao longo da parede do cateter até a bexiga.
Quadro Clínico
Infecção Urinária Simples
Uma infecção urinária causa inflamação (irritação e inchaço) da bexiga e da uretra. Isto causa o desenvolvimento súbito de um conjunto previsível de sintomas. Muitas mulheres que tiveram infecção urinária no passado podem identificar os sintomas facilmente quando elas desenvolvem outra infecção.
Estes sintomas normalmente incluem um ou mais do seguinte:
o Polaciúria: Necessidade de urinar mais freqüentemente que o normal, embora a quantidade de urina seja pequena (urinar pouco, mas várias vezes), com a sensação constante de estar com vontade de urinar,
o Urgência urinária: Uma necessidade súbita de urinar,
o Algúria (dor em queimação ao urinar),
o Disúria (desconforto ao urinar),
o Noctúria: Necessidade de urinar à noite,
o Dor no abdome inferior (baixo ventre),
o Hematúria: Sangue na urina,
o Urina turva,
o Urina com odor desagradável ou extraordinariamente forte.
Uma infecção de bexiga em uma criança pequena pode causar novos episódios de incontinência urinária (dificuldade para segurar a urina) como único sintoma.
Infecção Urinária Complicada
Pessoas com infecção urinária complicada normalmente têm sintomas semelhantes àquelas com infecções simples. Porém, os pacientes também podem desenvolver sintomas adicionais como:
o Febre,
o Calafrios,
o Náuseas,
o Vômitos,
o Dor de lado (flanco),
o Dor nas costas (lombalgia), ou
o Confusão (se as bactérias esparramarem do sistema urinário para a corrente sangüínea ou para o rim).
As infecções urinárias complicadas requerem tratamento mais prolongado que as infecções simples. Exames adicionais podem ser necessários para estudar a anatomia (estrutura) ou o funcionamento do sistema urinário.
Diagnóstico
O médico irá colher a história clinica observando os sintomas típicos de infecção urinária, além de perguntar se houve febre, calafrios, náuseas, vômitos, dor nas costas ou de lado, ou outros sintomas que possam sugerir uma infecção mais grave. Se os sintomas não indicarem uma infecção rotineira, você provavelmente precisará de uma visita ao consultório e possivelmente de um exame de urina.
Mulheres com infecções urinárias pela primeira vez, todos os homens, crianças e as pessoas com qualquer possibilidade de infecção urinária complicada, precisarão consultar seu médico.
O médico fará o exame físico e pedirá uma amostra de urina para análise (urina I) e procurar sinais de infecção ativa. Com a amostra de urina também pode ser feita uma urocultura para identificar o tipo exato de bactéria e o antibiótico a ser usado (antibiograma). Antes do paciente colher uma amostra de urina, ele deve lavar a abertura da uretra. Esta amostra deve ser colhida no meio do jato urinário, desprezando-se o início da urina para evitar a contaminação do material com bactérias que vivem ao redor da uretra.
Prevenção
As mulheres podem ajudar a prevenir infecções urinárias esfregando de trás para frente o papel higiênico depois de uma evacuação e urinando depois de ter relações sexuais. Algumas mulheres que têm duas ou mais infecções urinárias por ano podem prevenir-se tomando um antibiótico depois do contato sexual, três vezes por semana, ou diariamente. Outras medidas que podem ajudar a prevenir as infecções urinárias incluem a ida ao banheiro assim que sentir vontade de urinar, beber bastante líquido diariamente, e evitar o uso de diafragma (para contracepção) porque ele pode aumentar o risco de cistites.
Tratamento
O tratamento varia, dependendo do tipo de problema:
Infecção urinária simples: As infecções urinárias simples em mulheres normalmente são tratadas com três dias de um antibiótico como o Sulfametoxazol trimetoprim (Bactrim®), o Norfloxacino (Floxacin®) ou Ciprofloxacino (Cipro®). Mulheres com infecções urinárias ocorrendo repetidamente (mais que duas vezes ao ano) podem se beneficiar de antibióticos preventivos, tanto como dose regular como depois de relações sexuais.
Infecção urinária complicada: Infecções urinárias complicadas são mais difíceis de tratar. A escolha do antibiótico, a força do medicamento e a duração do tratamento variam, dependendo das circunstâncias. Freqüentemente, os antibióticos precisam ser tomados durante 10 dias ou mais. A presença de sintomas mais sérios (febre, confusão, náuseas, vômitos, etc.) normalmente sugere que as bactérias se espalharam para a corrente sangüínea e será necessário internar e tratar no hospital. Às vezes, as infecções urinárias podem ser tratadas sem hospitalização. Porém, se o paciente é idoso ou tem um sistema imune debilitado, têm uma doença incapacitante, ou um sistema urinário anormal, ele precisará ser admitido ao hospital para tratamento adequado.
Qual médico procurar?
Procure um clínico geral ou um nefrologista se você sentir dor ou desconforto quando urina, se você precisar urinar mais freqüentemente que o habitual, ou se você nota que sua urina cheira mal ou contém sangue. Mulheres no primeiro trimestre de gravidez farão um exame de urina e urocultura como parte do acompanhamento pré-natal, até mesmo se ela não tiver nenhum sintoma de infecção de bexiga.
Se o paciente tem fatores de risco para desenvolver infecções urinárias complicadas (como o uso de sondas urinárias ou anormalidades do sistema urinário), ele deve particularmente tomar cuidado e estar atento para os sinais de infecção. Também deve-se procurar o médico imediatamente se ocorrer febre, calafrios, confusão mental, náuseas, vômitos ou dor lombar que possam sugerir uma infecção urinária complicada que envolveu os rins (pielonefrite) ou que se difundiu para o sangue, uma condição chamada urosepses.
Prognóstico
As mulheres com infecções urinárias simples freqüentemente melhoram dentro de horas após a primeira dose do antibiótico, e todos os sintomas devem melhorar dentro de três dias. Porém, pessoas com infecções complicadas, como homens com próstatas aumentadas, podem ter sintomas prolongados. Se o paciente é portador de uma sonda urinária, é difícil livrar o sistema urinário de bactérias a menos que a sonda seja retirada.
Em casos raros, uma infecção urinária sem tratamento pode esparramar para os rins, causando pielonefrite (doutor policlin n° 110), que é a inflamação e infecção do rim. Para infecções urinárias complicadas, a perspectiva depende da situação clínica. Os pacientes podem ficar severamente doentes se a infecção esparrama do sistema urinário para o sangue (urosepses). Os antibióticos são normalmente efetivos, mas eles podem precisar ser tomados durante períodos prolongados, e o risco de outra infecção pode ser alto.
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fonte...Publicado por
Informedicals Policlin
DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA MÉDICA – HOSPITAL POLICLIN
Contatos
Editor: Dr. Mario César Prudente Leite
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Se aqueça neste inverno,sem deixar de cuidar sua pele.
Se aqueça neste inverno,sem deixar de cuidar sua pele.
Para uns o inverno é uma estação maravilhosa, que você se arruma pela manhã e fica o dia inteiro alinhado, tomar aquele chocolate bem quentinho... Já para outros o inverno é aquela estação que você não pode sair de casa sem o agasalho, guarda-chuva e etc. Sem dúvida esta estação tem que ser vivida da melhor maneira possível, não esquecendo dos cuidados com a pele, pelo contrário este cuidado deve ser intensificado devido aos fortes ventos, que predominam em algumas partes do nosso País.
Os recursos são os mais variados: creme para o rosto e corpo ou mesmo um tratamento com um dermatologista é muito bem-vindo.
Muitas mulheres que acreditam que apenas o sol é responsável pelo ressecamento da pele, o Dermatologista Dr. Alessandro dos passos pereira, vem desmistificar esse mito e provar que o inverno também pode ser um grande vilão para a pele, quando não se têm os devidos cuidados.
“As baixas temperaturas provenientes da estação, juntamente com a umidade do ar e com o vento, são responsáveis, entre outras coisas, pela desidratação da pele. A melhor explicação para isso é que no frio, as células do nosso corpo responsáveis pela produção de gordura, diminuem a atividade. Por conseguinte, a pele fica mais seca e perde a viscosidade” afirma Alessandro.
Quem deve ficar muito atenta quanto a todos estes cuidados que devemos ter, são as pessoas de pele negra, que naturalmente tem uma forte tendência ao ressecamento da pele. Então o uso diário de óleos de banho e hidratantes é fundamental para uma pele bonita e bem cuidada. No inverno, a tendência da pele é ficar ainda mais ressecada, apresentando descamações, repuxamento, coceiras e rachaduras. Certos hábitos do inverno, como os banhos quentes e longos, podem contribuir ainda mais com o ressecamento da pele. O ideal, nessa época, é que os banhos sejam rápidos. As esponjas devem ser abolidas e os sabonetes neutros são os mais indicados.
Para uns o inverno é uma estação maravilhosa, que você se arruma pela manhã e fica o dia inteiro alinhado, tomar aquele chocolate bem quentinho... Já para outros o inverno é aquela estação que você não pode sair de casa sem o agasalho, guarda-chuva e etc. Sem dúvida esta estação tem que ser vivida da melhor maneira possível, não esquecendo dos cuidados com a pele, pelo contrário este cuidado deve ser intensificado devido aos fortes ventos, que predominam em algumas partes do nosso País.
Os recursos são os mais variados: creme para o rosto e corpo ou mesmo um tratamento com um dermatologista é muito bem-vindo.
Muitas mulheres que acreditam que apenas o sol é responsável pelo ressecamento da pele, o Dermatologista Dr. Alessandro dos passos pereira, vem desmistificar esse mito e provar que o inverno também pode ser um grande vilão para a pele, quando não se têm os devidos cuidados.
“As baixas temperaturas provenientes da estação, juntamente com a umidade do ar e com o vento, são responsáveis, entre outras coisas, pela desidratação da pele. A melhor explicação para isso é que no frio, as células do nosso corpo responsáveis pela produção de gordura, diminuem a atividade. Por conseguinte, a pele fica mais seca e perde a viscosidade” afirma Alessandro.
Quem deve ficar muito atenta quanto a todos estes cuidados que devemos ter, são as pessoas de pele negra, que naturalmente tem uma forte tendência ao ressecamento da pele. Então o uso diário de óleos de banho e hidratantes é fundamental para uma pele bonita e bem cuidada. No inverno, a tendência da pele é ficar ainda mais ressecada, apresentando descamações, repuxamento, coceiras e rachaduras. Certos hábitos do inverno, como os banhos quentes e longos, podem contribuir ainda mais com o ressecamento da pele. O ideal, nessa época, é que os banhos sejam rápidos. As esponjas devem ser abolidas e os sabonetes neutros são os mais indicados.
Namorar ou somente “ficar”?
Namorar ou somente “ficar”?
Hoje em dia é comum que muitos queiram apenas “ficar” curtir por uma noite e sem nenhum vinculo nos dias seguintes e esta relação sem compromisso é cada vez mais comum.
Os relacionamentos sérios, de longas datas, hoje em dia, estão cada vez mais difíceis.
A estudante de Nutrição Milena Chagas, diz que prefere ficar, assim não tem que ficar dando explicação de onde vai, com quem e fazer o que. “São por estas e por outras que eu prefiro mesmo é ficar para quê eu vou ficar com um se posso ter vários”? Afirma Milena.
Para psicóloga Izabella Veiga., as pessoas estão vivendo uma sociedade descartável, onde preferem não manter nenhum vínculo. Esta situação está ficando mais comum entre os mais jovens, “o jovem está com medo de estabelecer um vinculo afetivo maior com outra pessoa, porque este vínculo cria o medo de perda da liberdade, da individualidade, o que é mais valorizado na formação da personalidade dos adolescentes”, disse a psicóloga Izabella Veiga.
Hoje muitos estão procurando o prazer individual, alguém que possa viver sua vida ao invés do prazer que existe em construir uma vida afetiva sadia. Existe uma busca, uma necessidade do outro ser completo, procurar um relacionamento onde você não projete sua vida na do parceiro e não coloque a responsabilidade de sua felicidade nas mãos do companheiro, desta forma, ocorre a frustração de ambas as partes, “o mito de você encontrar a cara metade é uma grande mentira, na realidade os opostos é que se atraem, você tem que entrar no namoro inteiro e não buscar no outro, coisas suas, da sua personalidade, você tem que procurar alguém que lhe complemente e não que lhe complete”, explicou a psicóloga Izabella Veiga.
As relações parecem estar virando um ciclo onde “eu te uso, tu me usa, nós nos usamos e nós nos descartamos”. É assim que a sociedade parece estar caminhando, onde nada e nem ninguém pode criar um vínculo mais sério. Atualmente, não são mais os homens que preferem os relacionamentos passageiros e sim as mulheres, principalmente entre as mais jovens. O Psicanalista Mauro Lage, defende a teoria onde a sociedade vem criando as mulheres para serem independentes financeiramente e emocionalmente e criando os homens totalmente dependentes das mães e assim acabam ficando dependentes das companheiras, sendo que esta criação de certa forma vem prejudicando os novos relacionamentos entre os jovens de hoje.O que na verdade deve existir é o amor e respeito próprios ou, do contrário, não haverá possibilidade do outro lhe dedicar amor e respeito.
Hoje em dia é comum que muitos queiram apenas “ficar” curtir por uma noite e sem nenhum vinculo nos dias seguintes e esta relação sem compromisso é cada vez mais comum.
Os relacionamentos sérios, de longas datas, hoje em dia, estão cada vez mais difíceis.
A estudante de Nutrição Milena Chagas, diz que prefere ficar, assim não tem que ficar dando explicação de onde vai, com quem e fazer o que. “São por estas e por outras que eu prefiro mesmo é ficar para quê eu vou ficar com um se posso ter vários”? Afirma Milena.
Para psicóloga Izabella Veiga., as pessoas estão vivendo uma sociedade descartável, onde preferem não manter nenhum vínculo. Esta situação está ficando mais comum entre os mais jovens, “o jovem está com medo de estabelecer um vinculo afetivo maior com outra pessoa, porque este vínculo cria o medo de perda da liberdade, da individualidade, o que é mais valorizado na formação da personalidade dos adolescentes”, disse a psicóloga Izabella Veiga.
Hoje muitos estão procurando o prazer individual, alguém que possa viver sua vida ao invés do prazer que existe em construir uma vida afetiva sadia. Existe uma busca, uma necessidade do outro ser completo, procurar um relacionamento onde você não projete sua vida na do parceiro e não coloque a responsabilidade de sua felicidade nas mãos do companheiro, desta forma, ocorre a frustração de ambas as partes, “o mito de você encontrar a cara metade é uma grande mentira, na realidade os opostos é que se atraem, você tem que entrar no namoro inteiro e não buscar no outro, coisas suas, da sua personalidade, você tem que procurar alguém que lhe complemente e não que lhe complete”, explicou a psicóloga Izabella Veiga.
As relações parecem estar virando um ciclo onde “eu te uso, tu me usa, nós nos usamos e nós nos descartamos”. É assim que a sociedade parece estar caminhando, onde nada e nem ninguém pode criar um vínculo mais sério. Atualmente, não são mais os homens que preferem os relacionamentos passageiros e sim as mulheres, principalmente entre as mais jovens. O Psicanalista Mauro Lage, defende a teoria onde a sociedade vem criando as mulheres para serem independentes financeiramente e emocionalmente e criando os homens totalmente dependentes das mães e assim acabam ficando dependentes das companheiras, sendo que esta criação de certa forma vem prejudicando os novos relacionamentos entre os jovens de hoje.O que na verdade deve existir é o amor e respeito próprios ou, do contrário, não haverá possibilidade do outro lhe dedicar amor e respeito.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
A OUTRA CASA?
A OUTRA CASA?
Morar longe de casa
A vida de quem mora em república e longe dos pais não é tão difícil como se imagina. Morar em república é uma maneira saudável de manter relações com outros indivíduos e uma forma direta de se inserir na sociedade enquanto cidadão. Entretanto, conciliar festas, estudos e uma boa dose de liberdade com responsabilidade, talvez sejam os maiores dilemas para quem mora em república.Segundo a estudante do 7° Período de Educação física, Melina Vasques, 22 anos, moradora de república há 7 anos, morar em república é complicado. “São pessoas com personalidades, culturas e valores diferentes, mas ao mesmo tempo é divertido”. O motivo que levou Melina a morar assim foi a necessidade de estudar e também por ter que morar em outro estado. Por ser filha única ela afirma que seu principal medo foi a solidão e a distância da família.
Já para a estudante do 2° Período de Administração Winnie Cantarela, um dos principais requisitos para morar em república é saber respeitar as diferenças. “Não dá para fazer corpo mole na hora da divisão das tarefas, porque mesmo que você não goste de serviços domésticos”. Lá em casa todos botam a mão na massa, tem uma escala e cada um tem seu dia de realizar suas tarefas, afirma Winnie.
Winnie disse ainda, que dividir o quarto é difícil quando você não conhece a pessoa. “No meu caso, é legal porque divido com uma amiga de muitos anos. Mas nada se compara a sua casa, seu cantinho, o aconchego familiar.
DICAS DE COMO VIVER BEM EM UMA REPÚBLICA
- Nunca mexa no que não te pertence, pois o seu direito começa quando o do outro termina. - Procure sempre pessoas conhecidas, ou que pelo menos você conheça a família dela, isto dá mais segurança.- Enquanto não conhecer bem a cidade,alugar uma moradia perto da faculdade é a melhor opção.- Procure ter algum contato com a família dos seus colegas de moradia, pois isto torna os laços mais fortes.- De festas na sua casa, mas não se esqueça que o seu vizinho também dorme.- Seja companheiro, amigo, solícito e aprenda a dividir, lembre-se que o primeiro passo para um bom convívio é saber compartilhar. - Nem tudo vai sair do seu jeito ou da mesma maneira que era na casa dos seus pais, seja flexível.
Sempre cabe mais umPara quem vai estudar em outra cidade, o primeiro problema a ser contornado é a moradia. O começo da vida nova é sempre parecido entre os estudantes. Por não conhecerem ninguém, muitos optam por uma pensão nos primeiros meses. Ao longo do tempo, à medida que vão fazendo amizades, acabam dividindo um apartamento ou formando uma república com outras pessoas. Morar em república é uma experiência única, por que ajuda as pessoas amadurecerem. Esta nova casa lhe ensina a ter paciência e compreender melhor o outro respeitando suas diferenças. Uns podem gostar de ouvir música alta, ler até tarde, outros preferem dormir cedo e não são adeptos da famosa “bagunça” que sempre rolam nestes lugares, para isso é necessário que estas regras sejam estabelecidas antes da pessoa ir morar com aquele grupo para que não haja desavença. As repúblicas são das mais diversas possíveis, umas moram somente homesn, só mulheres ou mista, tem uma até que tem nomes e é uma variadade, mas o que vale é a criatividade na hora de nomear sua nova casa.
Estudante de jornalismo: Mariza Fausto de Oliveira
Morar longe de casa
A vida de quem mora em república e longe dos pais não é tão difícil como se imagina. Morar em república é uma maneira saudável de manter relações com outros indivíduos e uma forma direta de se inserir na sociedade enquanto cidadão. Entretanto, conciliar festas, estudos e uma boa dose de liberdade com responsabilidade, talvez sejam os maiores dilemas para quem mora em república.Segundo a estudante do 7° Período de Educação física, Melina Vasques, 22 anos, moradora de república há 7 anos, morar em república é complicado. “São pessoas com personalidades, culturas e valores diferentes, mas ao mesmo tempo é divertido”. O motivo que levou Melina a morar assim foi a necessidade de estudar e também por ter que morar em outro estado. Por ser filha única ela afirma que seu principal medo foi a solidão e a distância da família.
Já para a estudante do 2° Período de Administração Winnie Cantarela, um dos principais requisitos para morar em república é saber respeitar as diferenças. “Não dá para fazer corpo mole na hora da divisão das tarefas, porque mesmo que você não goste de serviços domésticos”. Lá em casa todos botam a mão na massa, tem uma escala e cada um tem seu dia de realizar suas tarefas, afirma Winnie.
Winnie disse ainda, que dividir o quarto é difícil quando você não conhece a pessoa. “No meu caso, é legal porque divido com uma amiga de muitos anos. Mas nada se compara a sua casa, seu cantinho, o aconchego familiar.
DICAS DE COMO VIVER BEM EM UMA REPÚBLICA
- Nunca mexa no que não te pertence, pois o seu direito começa quando o do outro termina. - Procure sempre pessoas conhecidas, ou que pelo menos você conheça a família dela, isto dá mais segurança.- Enquanto não conhecer bem a cidade,alugar uma moradia perto da faculdade é a melhor opção.- Procure ter algum contato com a família dos seus colegas de moradia, pois isto torna os laços mais fortes.- De festas na sua casa, mas não se esqueça que o seu vizinho também dorme.- Seja companheiro, amigo, solícito e aprenda a dividir, lembre-se que o primeiro passo para um bom convívio é saber compartilhar. - Nem tudo vai sair do seu jeito ou da mesma maneira que era na casa dos seus pais, seja flexível.
Sempre cabe mais umPara quem vai estudar em outra cidade, o primeiro problema a ser contornado é a moradia. O começo da vida nova é sempre parecido entre os estudantes. Por não conhecerem ninguém, muitos optam por uma pensão nos primeiros meses. Ao longo do tempo, à medida que vão fazendo amizades, acabam dividindo um apartamento ou formando uma república com outras pessoas. Morar em república é uma experiência única, por que ajuda as pessoas amadurecerem. Esta nova casa lhe ensina a ter paciência e compreender melhor o outro respeitando suas diferenças. Uns podem gostar de ouvir música alta, ler até tarde, outros preferem dormir cedo e não são adeptos da famosa “bagunça” que sempre rolam nestes lugares, para isso é necessário que estas regras sejam estabelecidas antes da pessoa ir morar com aquele grupo para que não haja desavença. As repúblicas são das mais diversas possíveis, umas moram somente homesn, só mulheres ou mista, tem uma até que tem nomes e é uma variadade, mas o que vale é a criatividade na hora de nomear sua nova casa.
Estudante de jornalismo: Mariza Fausto de Oliveira
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Ovários Policísticos: saiba o que é e como tratar
É muito comum casos de mulheres que desenvolvem a Síndrome dos ovários policísticos. O ginecologista Aloysio Abdo Campos, esclarece ao canal Tommasi Saúde o que é essa síndrome; como se faz o diagnóstico dela e em que consiste o tratamento. Ouça o nosso podcasting.
Entrevista com o ginecologista Aloysio Abdo Campos.
Canal Tommasi Saúde: O que de fato é a Síndrome dos Ovários Policísticos?Dr. Aloysio Abdo Campos: A Síndrome dos Ovários Policísticos é uma patologia complexa, que se caracteriza, não só, pela presença de múltiplos folículos ovarianos, mas também pela presença de alterações hormonais no organismo feminino, que levam a determinadas conseqüências, como principalmente, obesidade e hisutismo, que é o aumento de pêlos.Normalmente, a paciente nos procura por causa de irregularidade menstrual.
Essas irregularidades menstruais, todo mês a mulher que não usa anticoncepcional forma, uma espécie de bolha, que é o folículo ovariano, que vai estourar e liberar um óvulo: esse é o processo de ovulação, que teoricamente toda mulher teria mensalmente. Quando essa cápsula, essa bolhazinha, é muito espessa, às vezes ela não arrebenta e acontece dela todo mês formar um “cistozinho”, no mês seguinte forma outro “cistozinho”, no outro mês, outro. Daí o nome ovário policístico, poli micro-cístico, são pequenos cistos que acometem toda a estrutura ovariana, normalmente bilateral, nos dois ovários.
Fonte:
http://www.tommasisaude.com.br/noticia_conteudo.php?titulo=Ovários_Policísticos:_saiba_o_que_é_e_como_tratar&Cod_Noticia=203
Entrevista com o ginecologista Aloysio Abdo Campos.
Canal Tommasi Saúde: O que de fato é a Síndrome dos Ovários Policísticos?Dr. Aloysio Abdo Campos: A Síndrome dos Ovários Policísticos é uma patologia complexa, que se caracteriza, não só, pela presença de múltiplos folículos ovarianos, mas também pela presença de alterações hormonais no organismo feminino, que levam a determinadas conseqüências, como principalmente, obesidade e hisutismo, que é o aumento de pêlos.Normalmente, a paciente nos procura por causa de irregularidade menstrual.
Essas irregularidades menstruais, todo mês a mulher que não usa anticoncepcional forma, uma espécie de bolha, que é o folículo ovariano, que vai estourar e liberar um óvulo: esse é o processo de ovulação, que teoricamente toda mulher teria mensalmente. Quando essa cápsula, essa bolhazinha, é muito espessa, às vezes ela não arrebenta e acontece dela todo mês formar um “cistozinho”, no mês seguinte forma outro “cistozinho”, no outro mês, outro. Daí o nome ovário policístico, poli micro-cístico, são pequenos cistos que acometem toda a estrutura ovariana, normalmente bilateral, nos dois ovários.
Fonte:
http://www.tommasisaude.com.br/noticia_conteudo.php?titulo=Ovários_Policísticos:_saiba_o_que_é_e_como_tratar&Cod_Noticia=203
domingo, 23 de março de 2008
EXERCÍCIOS E ERVA QUE CURA CÂNCER
...Repasando, Fui a um médico naturalista que estava muito triste porque participou de congressos e, embora comprovados, os resultados não são divulgados, como ele disse 'NãO DA IBOPE''. Então me ensinou a fazer um exercicio simples que evita problemas cardíacos, melhora o problema de micro varizes, outro que evita o encurvamento da coluna : - 1º. Antes do banho, exercitar a panturrilha (levantar o corpo na ponta dos pés) , primeiro rápido até esquentar as panturilhas e depois uma sequência de 10 movimentos lentos. Pronto. Esse exerícicio bombeia o sangue para o coração, melhora os batimentos cardíacos e evita obstrução das veias. Nos primeiros 6 meses, se a pessoa estiver com excesso de peso, ela emagrece da cintura para baixo e, nos 6 meses seguintes, da cintura para cima; depois de 2 anos, não engorda mais e, alem de tudo, diminui o risco de uma cirurgia cardíaca que custa em média, hoje em dia, R$38.000,00 e, de um modo geral, os planos de saúde nem sempre pagam. - 2º.. Ao chegar em casa, coloque os seus pés em uma bacia com água bem quente (o famoso escalda pés - alem de relaxar, esse processo desencadeia a dilatação dos vasos sanguíneos dos pés , melhora o cabelo e melhora, inclusive, da visão. Esse processo foi pesquisado com pessoas diabéticas e o resultado evidenciou a melhora na circulação sanguínea, diminuindo os casos de gangrena, o quadro geral de saúde dos pesquisados melhorou e. como um fato relevante. a melhora da visão. - 3º.. Ao acordar, deitado de barriga para cima pedalar 120 vezes no ar. Esse exercicio melhora o posicionamento da coluna e da postura, diminuindo ou retardando o encurvamento das costa e aliviando as dores nas costas. A ERVA QUE CURA CANCER. ( folha de graviola). Recebido de Dr. Romulo d'Avila. Repassem aos seus contatos. Noticias assim não divulgadas por causa da pressão dos grandes laboratórios farmacêuticos.Foi pesquisado pela USP: O Dr. Panuzza confirma: SE VC CONHECE ALGUÉM QUE TEM CÂNCER, POR FAVOR, ENCAMINHE ESSE E-MAIL. MAS MESMO QUE NÃO CONHEÇA, ENCAMINHE A OUTRAS PESSOAS. ABAIXO SEGUE COMENTÁRIO: FOLHA DE GRAVIOLA - A folha de graviola cura câncer. Segundo Evandro Romualdo, um amigo lhe confidenciou a seguinte história: Que sua esposa, após descobrir um câncer no seio que chegou a se espalhar pelo seu corpo, estava praticamente com os dias de sua vida contados. Foi então que ele descobriu uma publicação sobre a folha de GRAVIOLA. A notícia estava em um site e o título do artigo CÂNCER = MAGIC BULLET DISCOVERED, but drug giants hushes it up!- 10,000 times stronger than Hemotherapy with no adverse side effects..... Na reportagem, eles citam o quanto o extrato da GRAVIOLA é 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia por drogas, e sem efeitos colaterais. Citam também arvore como sendo encontrada na floresta Amazônica.Enfim, a esposa dele também tomou o chá e, em dois meses, não tinha mais nenhuma sequela ou ferida. Hoje está viva e saudável! ABAIXO SEGUEM OS SITES DE CONSULTA: American College for the Advancement in medicine: http://www.acam.orgAmerican Academy of Environmental Medicine:http://www.aaem.comInternational College of Intergrative Medicine: http://www.icimed.comMeridian Valley Laboratory: http://www.meridianvalleylab.com
sexta-feira, 21 de março de 2008
Britânica de 24 anos diz ter 200 orgasmos por dia
A britânica Sarah Carmen, de 24 anos, afirmou ao jornal "News of the World" que costuma ter até 200 orgasmos por dia. Sarah diz ficar excitada com praticamente tudo: o balançar dos trilhos do trem, o vibrar de um secador de cabelos, o ritmo de uma máquina de xerox... Tudo faz ela chegar lá. Durante uma entrevista de 40 minutos, ela teve cinco orgasmos, segundo o jornal britânico. Isso porque falar de sexo também faz a moça ver estrelas. Sarah sofre de uma doença chamada síndrome da excitação sexual permanente, que faz com que os órgãos sexuais tenham um fluxo sanguíneo maior do que o normal.
"Às vezes eu faço tanto sexo para tentar me acalmar que fico entediada", diz ela. "Os homens com quem eu durmo não fazem muito esforço porque chego ao clímax muito facilmente."A moça desenvolveu a síndrome após um médico receitar a ela antidepressivos, quando tinha 19 anos. "Em poucas semanas eu comecei a ficar mais e mais excitada por mais e mais tempo e simplesmente passei a ter orgasmos múltiplos", afirma. "Isso começou na cama, em que as sessões de sexo duravam um tempão e meu namorado ficava atônito de ver quantas vezes eu chegava ao orgasmo."Depois, segundo ela, o clímax chegava após o sexo, quando ela pensava nas coisas que tinha feito na cama. "Em seis meses, eu já estava tendo 150 orgasmos ao dia - e eles chegam a 200."Ela e o namorado romperam, e novos parceiros suaram para dar conta da demanda. "Geralmente me preparo para ter quantos orgasmos eu puder, porque só aí posso ter um pouco de paz", diz.Sarah é esteticista e trabalha em salões cheios de secadores de cabelo e aparatos de tratamento de pele que causam problemas a ela. Quando começa a tossir e corre para o banheiro, as colegas já sabem o que fazer: oferecer um chá ou uma revista às clientes dela. "Às vezes, eu queria ter apenas uma vida normal."As mulheres que sofrem da síndrome de Sarah sentem constantemente as contrações rítmicas musculares que o orgasmo provoca. A doença é tão rara que alguns especialistas já zombaram dela.Até hoje, nenhuma explicação científica satisfatória foi dada, mas acredita-se que a causa seja alguma inflamação ou infecção na área pélvica que estimula os nervos do clitóris. Há psiquiatras que acreditam que a síndrome seja um sintoma de alguma crise emocional - como se um coração partido se expressasse por meio de sensibilidade genital.De qualquer forma, os médicos afirmam que quem é portador da síndrome da excitação sexual permanente sofre tanto fisicamente quanto psicologicamente - e precisa de ajuda médica.
Esta deve ser muito, muito FELIZ e sortuda tbm... será?
"Às vezes eu faço tanto sexo para tentar me acalmar que fico entediada", diz ela. "Os homens com quem eu durmo não fazem muito esforço porque chego ao clímax muito facilmente."A moça desenvolveu a síndrome após um médico receitar a ela antidepressivos, quando tinha 19 anos. "Em poucas semanas eu comecei a ficar mais e mais excitada por mais e mais tempo e simplesmente passei a ter orgasmos múltiplos", afirma. "Isso começou na cama, em que as sessões de sexo duravam um tempão e meu namorado ficava atônito de ver quantas vezes eu chegava ao orgasmo."Depois, segundo ela, o clímax chegava após o sexo, quando ela pensava nas coisas que tinha feito na cama. "Em seis meses, eu já estava tendo 150 orgasmos ao dia - e eles chegam a 200."Ela e o namorado romperam, e novos parceiros suaram para dar conta da demanda. "Geralmente me preparo para ter quantos orgasmos eu puder, porque só aí posso ter um pouco de paz", diz.Sarah é esteticista e trabalha em salões cheios de secadores de cabelo e aparatos de tratamento de pele que causam problemas a ela. Quando começa a tossir e corre para o banheiro, as colegas já sabem o que fazer: oferecer um chá ou uma revista às clientes dela. "Às vezes, eu queria ter apenas uma vida normal."As mulheres que sofrem da síndrome de Sarah sentem constantemente as contrações rítmicas musculares que o orgasmo provoca. A doença é tão rara que alguns especialistas já zombaram dela.Até hoje, nenhuma explicação científica satisfatória foi dada, mas acredita-se que a causa seja alguma inflamação ou infecção na área pélvica que estimula os nervos do clitóris. Há psiquiatras que acreditam que a síndrome seja um sintoma de alguma crise emocional - como se um coração partido se expressasse por meio de sensibilidade genital.De qualquer forma, os médicos afirmam que quem é portador da síndrome da excitação sexual permanente sofre tanto fisicamente quanto psicologicamente - e precisa de ajuda médica.
Esta deve ser muito, muito FELIZ e sortuda tbm... será?
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